quinta-feira, 4 de agosto de 2011

3º ANO - A QUÍMICA DOS FÁRMACOS

Muitos pesquisadores sintetizam substâncias com provável atividade biológica. Às vezes, partem de uma substância de atividade conhecida, e preparam derivados sintéticos para testar suas atividades. O conhecimento da relação entre estrutura química e atividade biológica é um dos objetos de estudo da área de química medicinal. Inicialmente, os químicos limitavam-se a isolar determinadas substâncias naturais, a partir do extrato bruto de plantas com eficácia já conhecida. Mais recentemente, a química de síntese orgânica foi introduzida nesta área e os químicos passaram a não somente criar análogos sintéticos e derivados, mas também a "criar" substâncias totalmente inéditas, que vieram a se tornar fármacos. Hoje, a preparação de um fármaco leva anos de pesquisa; diversos conceitos químicos passam a ter importância fundamental, tais como estereoquímica, isomeria, síntese orgânica, polaridade de moléculas, forças intermoleculares, entre outros.

E, em geral, substâncias diferentes com estruturas químicas semelhantes possuem atividade biológica também similar. Um exemplo é o caso da cocaína. Esta substância é um alcalóide extraído de uma planta nativa daqui da América do Sul. Na medicina, foi um dos primeiros anestésicos locais, isto é, uma substância capaz de produzir analgesia no local onde é aplicada. Embora fosse muito eficaz, existiam sérios problemas: a cocaína produz euforia, bem-estar excessivo, sensações de poder, dependência física e psicológica.

Hoje já existem no mercado, vários precursores sintéticos da cocaína, utilizados como analgésicos com os efeitos adversos. Em 1905, foi preparada o procaína. Esta substância é utilizada até hoje: como é rapidamente absorvida pelo corpo, é, em geral, aplicada juntamente com um vaso constrictor, para manter o anestésico no local da aplicação o maior tempo possível. Em 1948, outro anestésico foi patenteado nos EUA: a lidocaína, vendida como xilocaína. Além de ser muito mais forte do que a procaína, não necessita de vasoconstrictor. Tanto a lidocaína, procaína e a cocaína possuem efeitos anestésicos semelhantes.
Um dos aspectos químicos utilizados para produzir nos fármacos é a quiralidade.
Fármacos quirais (que apresentam isomeria óptica) têm em sua estrutura um ou mais átomos com orientação tridimensional muito bem definida. A modificação dessa orientação pode levar á diminuição do efeito biológico, à sua total supressão ou ao aparecimento de um efeito biológico adverso.
Convém deixar claro que a quiralidade não é condição para que uma substância apresente efeito farmacológico, entretanto se a estrutura tiver um centro quiral é importante saber qual a orientação espacial responsável pela atividade.
No mercado mundial existem vários fármacos que já são vendidos nas farmácias em suas formas opticamente puras, ou seja, sem a mistura com o outro isômero que não tem atividade biológica.
A venda de fármacos na forma de mistura racêmica ainda ocorre. Entretanto, é necessário saber qual é o estereoisômero responsável pela atividade biológica adversa e ter absoluta certeza que o estereoisômero inativo, presente na mistura, não tem nenhuma atividade biológica adversa.
A TALIDOMIDA foi um medicamento que deu o que falar pelo efeito do seu estereoisômero. Pesquise sobre esse medicamento e quais são foram os desastres deixados e por quê?

 REFERÊNCIAS
 COELHO,Fernando A.S. Cadernos Temáticos de Química na Nova Escola, 2001. Disponível em: <http://qnesc.sbq.org.br/online/cadernos/03/quiral.pdf> . Acesso em: 09 de junho de 2009.

Revista eletrônica do Departamento de Química – UFSC. Disponível em: http://www.qmc.ufsc.br/qmcweb/artigos/quimica_medicinal.html>. Acesso em: 09 de junho de2009.
                                
LIMA, Vera Lucia Eifler. Química Nova, 1996.  Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-40421997000600015&script=sci_arttext&tlng=pt. Acesso em: 17 de junho 2008.

KATZUNG, Bertrand G.Farmacologia Básica e Clínica. 8ª. Edição. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan. 2003.

GOODMAN & GILMAN, As Bases Farmacológicas da Terapêutica. 9ª Edição. 1996.

8 comentários:

  1. A Talidomida,foi sintetizada na Alemanha Ocidental na década de 1950, indicada como sedativo e antiemético para mulheres grávidas, sendo utilizada em muitos países. Logo se descobriu que ela tinha efeito tranqüilizante e diminuía náuseas e vômitos. A talidomida tem dois anéis amida e é considerada um derivado do ácido glutâmico. Em condições fisiológicas, existem duas formas de talidomida com estruturas espaciais diferentes (isômeros), que apresentam propriedades biológicas diferenciadas.Uma dessas formas, conhecida como isômero S(-), é responsável pelos efeitos teratogênicos da talidomida, enquanto a outra, o isômero R(+), parece atuar como sedativo.Os procedimentos de testes de drogas naquela época eram muito menos rígidos e, por isso, os testes feitos na talidomida não revelaram seus efeitos teratogénicos. Os testes em roedores, que metabolizavam a droga de forma diferente de humanos, não acusaram problemas, com isso A dose letal não foi significativamente estabelecida. Mais tarde, foram feitos os mesmos testes em coelhos e primatas, que produziram os mesmos efeitos horríveis que a droga causa em fetos humanos. Depois dos testes realizados em roedores, ela foi vendida livremente em diversos países do mundo, sem necessidade de receita médica, e foi não deixou de ser consumida indiscriminadamente, em função da desinformação,descontrole na distribuição, omissão governamental, automedicação e poder econômico dos laboratórios, foi muito utilizada por mulheres grávidas, já que diminuía os enjôos característicos do início da gravidez. Os efeitos teratogênicos começaram a aparecer, no final dos anos 1950 e início dos anos 1960 onde foram descritos na Alemanha, Reino Unido e Austrália. Nasceram milhares de crianças com defeitos de nascença: sem parte dos braços, sem pernas, com problemas em órgãos internos como o coração, rins e intestinos, com problemas de visão e audição, afora aqueles bebês que não sobreviveram. Os causos de malformações congênitas logo tiveram a sua causa clara que era o uso da talidomida que causava todos estes problemas, que receberam o nome de Síndrome da Talidomida Fetal. Mesmo quem havia utilizado apenas um ou dois comprimidos no início da gravidez tiveram o filho afetado. Por causa deste terrível efeito, a medicação foi retirada do mercado e os afetados têm direito a uma indenização até os dias de hoje. Os efeitos desastrosos da Talidomida despertaram a sociedade para os riscos dos medicamentos, a partir daí, métodos de pesquisa e políticas de aprovação de novos fármacos foram revistos. Apesar da tragédia mundial, vários estudos vêm colaborando na sua reabilitação, como um novo agente terapêutico, pois parece ser efetiva no tratamento de várias doenças como câncer, hanseníase, tuberculose, transplantes de medula e síndrome da imunodeficiência.

    Thiago Cani

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  2. Efeitos secundários graves, particularmente o efeito teratogénico, estão associados à terapêutica com talidomida e têm limitado o seu uso a uma população específica. A talidomida sendo um composto lipófilo rapidamente atravessa a placenta, não devendo ser tomada por mulheres grávidas ou que possam vir a engravidar.

    O seu efeito teratogénico caracteriza-se por malformações raras nos membros (redução no comprimento ósseo dos membros), geralmente afectando mais os braços do que as pernas e envolvendo ambos os lados, direito e esquerdo, embora em diferentes proporções. Doenças cardíacas congénitas; anomalias oculares, intestinais e do tracto genitourinário; hipoplasia óssea; paralisia facial; e malformações no ouvido externo e interno estão também envolvidas. Supõe-se que esses efeitos teratogénicos decorram da acção antiangiogénica da talidomida.São também conhecidos vários outros efeitos secundários à talidomida, desde efeitos neurológicos, gastrointestinais, dermatológicos, cardiovasculares, hematológicos, etc.. Os efeitos mais comuns são a sonolência ou cansaço, obstipação, vertigens, pele seca ou rash, diminuição no número de leucócitos, e neuropatia periférica. A sonolência e a neuropatia periférica são aqueles que mais frequentemente levam ao abandono da terapêutica. Efeitos mais raros como enxaquecas, hipotensão, edema, neutropenia, aumento do apetite e do peso, náuseas e pruridos, também podem decorrer do uso da talidomida. guilherme quaresma

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  3. As doenças afetam o ser humano desde que ele surgiu na Terra. Tão antiga quanto as doenças é a luta para combatê-las. Os povos antigos acreditavam que as moléstias (doenças) representavam castigos divinos. Por isso, quando estavam doentes, recorriam em geral a sacerdotes e feiticeiros. No entanto, apenas a partir do Renascimento (movimento de renovação do pensamento que se estendeu do século XV ao século XVI) o homem passou a compreender mais profundamente as doenças.
    Há 250 anos, a maioria das pessoas não vivia mais do que 35 anos. Hoje, em especial nos países mais desenvolvidos, o tempo médio de vida chega a ultrapassar os setenta anos. Isso se deve ao tratamento da água, à qualidade da alimentação e, sobretudo, aos progressos alcançados pela biologia e pela medicina. A medicina é o ramo da ciência dedicado à prevenção, ao diagnóstico (identificação) e ao tratamento de doenças e de danos sofridos pelo corpo humano. A pesquisa médica procura descobrir a cura para as doenças que afetam o ser humano. A medicina preventiva evita doenças pelo combate a suas causas, como por exemplo: por meio de campanhas de vacinação. E o tratamento médico emprega desde remédios até cirurgias e terapias de irradiação.

    E cabe lembrar que por detrás de qualquer novo medicamento usado contra o câncer ou outra doença grave que aflige a humanidade e de qualquer material que permite a fabricação de naves espaciais para a conquista do cosmo, há quase sempre a participação de um gigante da Química.



    A Química Farmacêutica preocupa-se com a descoberta, o desenvolvimento, a identificação e a interpretação do modo de ação dos compostos biologicamente ativos nas moléculas, assim como com o estudo, a identificação e a síntese dos produtos metabólicos de fármacos e produtos relacionados.

    Atualmente, os medicamentos fazem parte da vida dos seres humanos e não existe um só homem que nunca tenha

    tomado um remédio. No entanto, é importante ressal-

    tarmos que os medicamentos são drogas e, como

    tal, causam dependência naqueles que o conso-

    mem exageradamente ou sem motivos. Eles fo-

    ram criados pelo homem com a finalidade de cu-

    rar, de auxiliar nas diversas enfermidades pa-

    ra melhorar a qualidade de vida do ser huma-

    no em geral, não devem portanto “escravizar”

    o homem, torná-lo dependente de seus efeitos

    curativos. Daí a recomendação: “não tome

    medicamento sem prescrição médica”.

    Por isso penso que a química farmacêutica é muito relevante para a sociedade atual. Sem ela, era praticamente impossível de se combater as doenças, e morreríamos mais cedo.

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  4. Essa substância química foi sintetizada na Alemanha Ocidental na decada de 1950, indicada como sedativo e antiemético para mulheres grávidas, sendo utilizada em muitos paises. Causou, em âmbito mundial, sérios defeitos em recém-nascidos e devido a esse efeito teratogênico, foi banida mundialmente na década seguinte.
    O medicamento mais seguro da época, considerada a jóia da industria farmaceutica alemã, não conseguiu manter sua hegemonia, pois, a partir de 1959, os médicos relataram o aumento da incidência de nascimentos de crianças com defeitos estruturais, ausência das extremidades superiores, como os ossos rádio, ulna e úmero, com maior frequência e, ás vezes, malformações nas extremidades inferiores. Esta deformidade foi caracterizada como focomelia, por relaciona-la com a forma externas das focas. Relataram também, amelia, ausência completa de braço e/ou pernas oligodactilia ou polidactilia ausência ou má formação do dedos das mãos e pés.
    Cerca de 10 mil crianças nasceram com severas deformações durante a introdução e remoção da Talidomida do mercado. Os defeitos no nascimento, não se restringiram somente a focomelia e amelia. Incluiram também, surdez, cegueira, abertura do palato, paralisia facial, anomalia crânio facial, ausência de orelha, ovido pequeno, malformações nos orgãos internos, defeitos no coração, anomalia urogenital e intestinal e ausência de um dos pulmões.
    O defeito molecular primário na sindrome da talidomida pode estar relacionado à estrutura protéica do colágeno, fundamental na gênese do tecido conjutivo. uma vez que a enzima prolil-oxidase, responsável pela conversão da prolina em 4-hidroxi-prolina, básica na estrutura molecular do colágeno, é inibida in vitro pela talidomida, a teralogenicidade poderia ser causada por alteração e distribuição daquela enzima durante a embriogênese produzindo alterações no nervo periféricos, provavelmente por distorção do molde indutor. A presença do anel ftalimidico parece estar associada a teratogenicidade do fármaco que, no homem e macaco é 50 vezes maior que no coelho, quando a dose é medida por mg de fármaco por Kg do peso. O oxido de areno, metabólito resultante da degradação da talidomia, foi, ainda, responsailizado pela teratogencidade do fármaco, cuja ação fetal em rato, parece depender da deficiência materna em riboflavina e àcido fólico.

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  5. Leonardo Simonetti Dutra25 de agosto de 2011 16:26

    A talidomida (C13H10N2O4) foi originalmente desenvolvida em 1957 pela companhia farmacêutica alemã Chemie-Grünenthal. Os estudos realizados na época indicaram que a talidomida era um medicamento que apresentava baixo risco de intoxicação, sendo considerado seguro e com poucos efeitos colaterais e podendo inclusive ser adquirido sem a necessidade de prescrição médica.

    Além disso, os testes indicavam que essa droga poderia ser empregada no tratamento de uma infinidade de problemas, desde irritabilidade e baixa concentração até ansiedade, insônia, hipertireoidismo e doenças infecciosas. Contudo, seu uso popularizou-se como droga efetiva para o combate aos enjoos matinais que ocorrem frequentemente no início da gravidez (de 4 a 10 semanas).

    Desastres causado pela Talidomida:

    O processo de desenvolvimento embrionário dos membros é altamente regulado e apresenta uma série de eventos que podem ser afetados pela ação da talidomida, originando diversos defeitos congênitos, que vão desde a perda total dos membros (amelia), passando pelo seu encurtamento (focomelia), até a perda de dedos.

    Na maioria dos pacientes, a talidomida afeta ambos os braços e, em algumas pessoas, braços e pernas são igualmente atingidos. Anomalias apenas nos membros inferiores são mais raras, talvez porque estes se desenvolvam posteriormente.

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  6. Talidomida trata-se de um medicamento desenvolvido na Alemanha, em 1954, inicialmente como sedativo, anti-inflamatório e hipnótico. Contudo, a partir de sua comercialização, em 1957, gerou milhares de casos de Focomelia, que é uma síndrome caracterizada pela aproximação ou encurtamento dos membros junto ao tronco do feto - tornando-os semelhantes aos de uma foca - devido a ultrapassar a barreira placentária e interferir na sua formação. Utilizado durante a gravidez também pode provocar graves defeitos visuais, auditivos, da coluna vertebral e, em casos mais raros, do tubo digestivo e problemas cardíacos.
    A ingestão de um único comprimido nos três primeiros meses de gestação ocasiona a Focomelia, efeito descoberto em 1961, que provocou a sua retirada imediata do mercado mundial. No entanto, em 1965 foi descoberto o seu efeito benéfico no tratamento de estados reacionais em Hanseníase (antigamente conhecida como lepra), e não para tratar a doença propriamente dita, o que gerou a sua reintrodução no mercado brasileiro com essa finalidade específica.

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  7. A talidomida (C13H10N2O4) é uma substância usualmente utilizada como medicamento sedativo, anti-inflamatório e hipnótico. Devido a seus efeitos teratogénicos, tal substância deve ser evitada durante a gravidez e em mulheres que podem engravidar, pois causa malformação ou ausência de membros no feto.
    A talidomida chegou ao mercado pela primeira vez na Alemanha em 1 de outubro de 1957. Foi comercializada como um sedativo e hipnótico com poucos efeitos colaterais. A indústria farmacêutica que a desenvolveu acreditou que o medicamento era tão seguro que era propício para prescrever a mulheres grávidas, para combater enjôos matinais.
    Entre seus efeitos nos fetos estavam malformações congênitas onde crianças passaram a nascer com focomielia, mas não foi imediatamente óbvio o motivo para tal doença. Os bebês nascidos desta tragédia são chamados de "bebês da talidomida", ou "geração talidomida". Em 1962, quando já havia mais de 10.000 casos de defeitos congênitos a ela associados em todo o mundo, a Talidomida foi removida da lista de remédios indicados.

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  8. Efeitos secundários graves, particularmente o efeito teratogénico, estão associados à terapêutica com talidomida e têm limitado o seu uso a uma população específica. A talidomida sendo um composto lipófilo rapidamente atravessa a placenta, não devendo ser tomada por mulheres grávidas ou que possam vir a engravidar

    O seu efeito teratogénico caracteriza-se por malformações raras nos membros (redução no comprimento ósseo dos membros), geralmente afectando mais os braços do que as pernas e envolvendo ambos os lados, direito e esquerdo, embora em diferentes proporções. Doenças cardíacas congénitas; anomalias oculares, intestinais e do tracto genitourinário; hipoplasia óssea; paralisia facial; e malformações no ouvido externo e interno estão também envolvidas.Supõe-se que esses efeitos teratogénicos decorram da acção antiangiogénica da talidomida
    Os efeitos teratogénicos da talidomida encontram-se resumidos:
    - Atraso no crescimento fetal
    -Ausência total ou parcial dos dedos das mãos ou pés
    - Anomalia no desenvolvimento genital
    - Perda total ou parcial da visão e audição
    - Mal formação no tracto digestivo
    - Paralisia frequente no músculo facial
    - Ausencia ou deformação no anus ou tracto urinário
    - Defeitos severos no rins, coração e sistema nervoso
    - Nascimento da criança já morta


    São também conhecidos vários outros efeitos secundários à talidomida, desde efeitos neurológicos, gastrointestinais, dermatológicos, cardiovasculares, hematológicos, etc.. Os efeitos mais comuns são a sonolência ou cansaço, obstipação, vertigens, pele seca ou rash, diminuição no número de leucócitos, e neuropatia periférica. A sonolência e a neuropatia periférica são aqueles que mais frequentemente levam ao abandono da terapêutica. Efeitos mais raros como enxaquecas, hipotensão, edema, neutropenia, aumento do apetite e do peso, náuseas e pruridos, também podem decorrer do uso da talidomida.

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